Foi feito lá por 2004 para uma exposição que fazia parte de uma campanha sobre AIDS. É tudo que a minha memória ram de máquina calculadora pôde recuperar de informação. Cada desenhista escolheria um enfoque para abordar o tema e eu escolhi a questão do preconceito. Tá aí o resultado.
Este conteúdo foi publicado em Terça, 1 de Abril de 2008 às 11:21 e está arquivado em Sem Categoria. Você pode acompanhar quaisquer comentários a esta publicação através do RSS 2.0.
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2 de Abril de 2008 @ 14:51
Meu querido Moa: Você consegue ser um poeta até onde nem cabe poesia. Clap, clap, clap!
2 de Abril de 2008 @ 15:32
Me lembro que foi muito complicado fazer humor com este assunto. As minhas primeiras tentativas para fazer uma crítica ao preconceito só faziam aumentar o preconceito. A ferramenta do humor é extremamente traiçoeira. Por trabalhar com o duplo sentido e com a ironia é comum que haja uma confusão entre o que o autor queria dizer, dizendo o contrário. Perigos ! Perigosíssimo!!
Obrigado pela presença, amigo véio.
3 de Abril de 2008 @ 01:01
E preconceito pode ser definido assim mesmo: é o medo de nossas sombras…
3 de Abril de 2008 @ 01:08
Beleza de definição, Paulo!